Entrevista na Rádio Vizela

 

Entrevista na Rádio Vizela
Jornalista: Francisca Silva
link: https://www.radiovizela.pt/noticia-15-anos-da-coracao-azul-a-vontade-de-fazer-a-diferenca


15 anos da Coração azul: a vontade de fazer a diferença

A Associação Juvenil de Apoio aos Animais Coração Azul assinou, no passado sábado, 26 de setembro, o seu 15.º aniversário. Fundada em 2011, nasceu da vontade de um grupo de jovens de criar uma resposta de proximidade aos problemas relacionados com o abandono, a proteção e o bem-estar animal.

Ao longo destes 15 anos, sempre com um trabalho 100% voluntário, a associação tem desenvolvido ações de sensibilização, apoio e encaminhamento de animais, buscando dar resposta às situações de vulnerabilidade e, simultaneamente, alertar a população para a importância da proteção animal.

No Especial Informação, da Rádio Vizela, que foi para o ar a 19 de setembro, recebeu João Ferreira (JF), fundador, antigo presidente da direção e atual presidente da Assembleia Geral, e Patrícia Rodrigues (PR), também fundadora, antiga presidente da direção e atual primeira secretária da Assembleia Geral.

Como é que nasceu a Coração Azul? O que é que você levou, em 2011, a avançar com a criação de uma associação dedicada à proteção animal?

JF: Já se passaram 15 anos. Recordo-me perfeitamente de a Rádio Vizela também ser um dos nossos parceiros desde os primeiros dias de vida e do quão importante isso foi na marca de um território e de um nome que não se percebe logo que é de proteção animal, Coração Azul, mas que rapidamente se entrega pela comunidade.

A ideia surgiu muito de uma vontade de irreverência de uma juventude. Na altura, tínhamos 20 e poucos anos e alguns tinham 10, 11 e 12 anos. Muitos jovens que, perante casos de abandono na rua, de cães e gatos, não olhamos para o lado, não encolhemos os ombros, não assobiámos para o lado e não apontámos os dedos, dizendo que seriam outros os responsáveis ​​por fazer alguma coisa na sociedade. Juntamo-nos e, felizmente, conseguimos criar um grupo de cerca de 20 jovens; todos eles jovens, o que é curioso, e decidiram fazer algo e não estar à espera de que alguém o fizesse por nós. Essa foi a colocação de lá para cá. A Coração Azul cresceu e o que era realidade há 15 anos… hoje o mundo à nossa volta mudou. Já tivemos pandemias pelo meio e estamos hoje a festejar.

E a ideia de ser uma associação juvenil surgiu logo nessa altura ou acabou por acontecer pelas situações?

JF: Não temos o objetivo claro de ser uma associação juvenil. Inicialmente, discutimos a possibilidade de sermos uma espécie de braço de uma organização nacional. Havia muitas páginas da Sociedade Protetora dos Animais de Guimarães, de Vizela, de Santo Tirso, do Porto. O que percebemos é que, nesse grupo inicial de discussão, havia muitos idosos, muitos adultos, mas, no momento de avançar, só os jovens quiseram avançar e os adultos quiseram sair. Portanto, num grupo de 100% jovens, acho que fez todo o sentido criar uma associação juvenil.

Na altura, fomos muito bem acompanhados, inclusive pelo Diretor Regional da Juventude, em Braga, que nos incentivou muito a criar a associação e alertou-nos para o facto de podermos vir a ser a primeira associação juvenil do país com este ângulo de atividade. Havia até a intenção de criar, dentro do IPDJ [Instituto Português do Desporto e Juventude], fundos que nunca tinham sido criados ou pensados ​​para uma associação de jovens ligada à proteção animal.

Serem a primeira associação juvenil em Portugal dedicada à protecção animal trouxe, naturalmente, algum orgulho. Mas trouxe também responsabilidade?

JF: Orgulho, mas responsabilidade acima de tudo. Aliás, quem entra para o Coração Azul e percebe depois toda a orgânica que tem, a dificuldade que temos em termos de processos, de comunicação e de linguagem, percebe que isto é uma responsabilidade acrescida. Estamos verdadeiramente a formar líderes e jovens com uma capacidade de desenvolvimento intelectual muito acima da média, porque é uma coisa séria. Estamos a falar de vidas e de responsabilidades. (…) É um trunfo e temos orgulho de ter sido dos primeiros. Felizmente, houve mais associações a serem criadas. Abrimos aqui a caixa de pandora, partimos a pedra pela primeira vez… É um sentimento de responsabilidade.

Quando chegamos, quais eram os principais objetivos da Coração Azul?

PR: A ideia era dar um bocadinho de resposta àquilo que não existia, que não havia. Seria, de certa forma, dar um destino, um futuro aos animais que efetivamente estiveram na rua, muitos deles feridos e a precisar de tratamentos e cuidados. A primeira missão foi mesmo dar uma resposta a isso, através dos cuidados veterinários, do abrigo e, obviamente, acompanhá-los até à adoção.

A nossa repetição no início não era muita, porque éramos jovens, irreverentes. As pessoas pensaram: 'Eles querem fazer… são miúdos; daqui a um mês ou dois isto acaba. Porque é que vamos ajudar? Porque é que vamos apoiar?'.

Também percebemos que muitas vezes as pessoas adotam porque o animal é bebê, é fofinho, é pequeno, mas depois eles crescem e há outras responsabilidades, exigência de espaço, dinâmicas de passeio. Portanto, o primeiro objetivo era mesmo dar uma resposta ao que não existia. Podemos pegar um animal e dizer: 'Vamos mudar a sua história', porque não faz sentido olharmos, vermos o sofrimento e não termos resposta para aquilo.

Para quem ainda não conhece o Coração Azul, como é que podemos explicar, de forma simples, o trabalho que desenvolve atualmente?

JF: A Coração Azul é uma associação de jovens, mas que tem muito apoio de idosos, e a Coração Azul precisa de idosos, que se dedica à proteção animal. Concretamente, temos uma grande porcentagem de nossa carga horária dedicada a cuidar de cães e gatos. Logo desde o primeiro ano percebemos que o resgate, na altura, tinha uma legislação um pouco cinzenta nesse campo. Hoje em dia, o resgate é exclusivo das autarquias e das autoridades.

Dedicamo-nos ao cuidado de cães e gatos que, por algum motivo, acabaram na rua ou em famílias que não lhes são fornecidas dar o devido envio. Tentamos, através das redes sociais e dos nossos protocolos, encaminhá-los para famílias de acolhimento temporário ou definitivo e concretizar as adoções. Paralelamente, nunca deixaremos de apostar na sensibilização, porque percebemos que o flagelo do abandono animal continua presente. A única forma de mudar estatísticas é mudar pensando. É uma associação que vai às escolas, faz formações, estabelece parcerias e tenta criar dinâmicas com outras associações.

Temos também um dos projetos que nasceram logo desde o início, as Patinhas Carenciadas, através do qual damos apoio alimentar aos animais de pessoas carenciadas. Nesse contato com essas pessoas, também vamos sentir o pulso da comunidade e percebendo os riscos que existem, as ninhadas que crescem em pessoas que já não têm capacidade para cuidar de um animal e acabam por reproduzir mais. Portanto, a Coração Azul faz este trabalho animal, mas de forma multifacetada.

Ao longo destes 15 anos, ocorreram situações que vocês fizeram pensar: 'Foi por isto que criamos o Coração Azul'?

PR: Há várias situações, mas posso mencionar duas. Houve uma cadelinha que chegou até nós com bebês, a Alana, que, por acaso, ainda está conhecida e está disponível para adoção. (…) Na altura, foram quase todas adotadas. Dois ficaram, e já com cinco anos, entretanto, um foi adotado. Nós partilhamos o irmão que ficou com a mãe, até que, um ano depois, a senhora que tinha adotado um deles diz: 'Mas ainda não foi adotado? Como é que é possível?'. E acabou por adotar o irmão. Portanto, passado um ano, reuniu-se novamente parte da família.

A outra foi uma cadelinha que chegou até nós, a Jane, super grávida. Era uma cadela pequena que teve oito bebês, o que é muito rato. Foi com uma vontade nossa em casa, porque estava realmente extremamente grávida. E, entretanto, os bebês nasceram em cada dela e nós, em contato com a veterinária, damos todo o apoio possível. Transportá-la naquele estado já era muito arriscado. Foi uma mistura de emoções ver os bebés ao nascer, a primeira coisa a fazer… foi uma espécie de aprendizagem; ver como tudo funciona, a vida a nascer, os primeiros segundos, eles a respirar. Alguns deles foram adotados pelos próprios voluntários, porque ficaram ligados à história. Todos foram adotados e eram muito saudáveis.

E há também os momentos mais difíceis. Qual é, ao longo destes 15 anos, aquele que continua a ser mais difícil de enfrentar?

PR: Acho que os mais marcantes de todos são, talvez, ter de desistir da vida de um animal porque já não existe tratamento possível. (…) É sempre muito difícil, seja um animal que conhecemos no momento, seja um animal que nos conhece há meses ou anos. Acho que esse é o mesmo ponto mais difícil. A seguir, temos que dizer não aos pedidos que nos chegam porque, efetivamente, não temos capacidade de ajuda, no sentido de não termos um espaço disponível e seguro para o poder abrigado e dar os tratamentos necessários. Se não temos isso para garantir que vai ficar melhor do que está, acho que também não faz sentido assumirmos. Esses são os pontos mais difíceis desta caminhada da associação.


“A única forma de mudar estatísticas é mudar pensando”


Falamos muito de voluntariado. Qual tem sido a maior dificuldade em manter uma estrutura dessas?

PR: O compromisso é importante. Muitas vezes, sendo jovens ou sendo mais adultos, as pessoas pensam que é chegar, fazer festas aos animais e está tudo por aí. O problema é que não é só isso. Há todo o compromisso de dar o seguimento, o acolhimento, a alimentação constante, manter o acompanhamento veterinário em dia, ter uma agenda de vacinação, saber quando é que tem de ser feito, as desparasitações, a repetição de análises, animais que estão em tratamento, fisioterapias. Tudo isso é um compromisso semanal, mensal e anual.

Muitas pessoas têm dificuldade em se encaixar quando têm pouca disponibilidade. Acabaram por se encaixar mais em ações pontuais, como campanhas de coleta alimentar ou no projeto Patinhas Carenciadas, porque os animais acabam por exigir um compromisso anual. As disponibilidades também mudam ao longo do tempo. As universidades começam, o trabalho começa, os horários são outros… chegam os filhos, e dentro disso temos de nos ir moldando. Temos de ver o que há dentro da associação e o que podemos fazer para jogar com a nossa disponibilidade e os nossos horários. Mas, acima de tudo, temos que conseguir manter o compromisso.

Quantos voluntários tem atualmente a Coração Azul?

JF: Acho que somos mais ou menos com 20 voluntários, sendo que a disponibilidade vai ser sempre muito diversa. E esse é o nosso dinamismo. Hoje em dia, estar num Coração Azul não é apenas ter este gatilho motivacional de dar miminhos a cães e gatos. O que se passa muitas vezes na estrutura, principalmente nos fundadores e nos voluntários com mais tempo, é que precisamos desta dificuldade. Somos desafiados a aprender gestão, contabilidade, fiscalidade, direito. Muitas vezes há questões jurídicas duras. Temos de aprender a parte da veterinária. Temos de estar cada vez mais preparados para este novo mundo, em que a proteção de dados é cada vez mais exigente, em que a gestão de plataformas e a gestão de voluntariado nos exigem muito tempo.

É uma equipa que tem vários horários, várias competências e, por isso, talvez também tenha tornado o Coração Azul tão rico. Temos muitos tipos de pessoas e muitos tipos de personalidade. Às vezes temos de ser um bocadinho mais rigoroso ou mais frios em determinadas alturas, outras vezes somos amigos, mas acho que há um entendimento geral de que somos, por vezes, duros e rígidos internamente, mas depois unimos tudo quando o motivo é exterior. E eu tenho sempre muito orgulho em toda a equipe.

Sente que, hoje, a sociedade está mais consciente da importância animal do que esteve há 15 anos?

JF: Acho que sim. Quero crer que 15 anos de Coração Azul, intensivamente, a correr durante anos a fio as escolas, teve impacto. Jovens que tinham dez anos, hoje têm 25, portanto já são adultos. Quero acreditar que todo aquele nosso esforço voluntário, apoiado pelos nossos próprios custos, porque nunca recebemos um cêntimo por qualquer tipo de iniciativa enquanto voluntários, fez com que hoje a sociedade esteja melhor. Aliás, a lei mudou. Vizela hoje tem canil. Quando criámos a associação nem sequer existia isso e éramos dependentes do canil municipal de Guimarães. Há muita conjuntura que mudou para melhor e continuar a existir novas regras e novos desafios.

Apesar dessa evolução, continuam a existir comportamentos e problemas que te preocupam?

PR: É impossível chegarmos aos 100%. Já outras áreas são impossíveis e, na área animal, acho que capaz de ser um bocadinho mais difícil. No entanto, vamos ver que há uma evolução. Continuam a aparecer casos muito graves em Portugal, mas já há aquela sensação de denunciar. Há uns anos, se fosse um vizinho, pensei-se: 'Não posso, é o meu vizinho'. Agora já não. Já há canais de denúncia e as pessoas já não têm tanta preocupação. Também a nível dos cuidados com os animais penso que já há uma preocupação maior em promover as esterilizações, para evitar ninhadas, e colocar os microchips, que são fundamentais. Se um animal foge ou se perde, conseguimos identificar o dono. Há sempre aquela porcentagem de animais nas correntes, de animais ao sol e à chuva, e ainda há um caminho a percorrer.

E continua a existir também uma visão muito imediata de adoção, como se ter um animal não implicasse um compromisso de muitos anos?

RP: Sim. Temos muitas adoções que não são concretizadas porque, quando questionamos as pessoas se serão capazes de cumprir alguns requisitos, como a vacinação, que é obrigatória, ou promover uma esterilização ou castração quando o animal não é esterilizado, perguntam-nos logo quais serão os custos. Muitas pessoas não avançam por uma questão de preço. Não é que nos paguem a nós, mas é um custo que vão ter se adotarem um animal.

Também perguntamos pelas condições do animal: se há outros animais em casa, para onde é que ele vai. Se acolhemos um animal, se lhe damos todos os cuidados necessários, abrigo e tratamento, temos de saber que vai para um sítio seguro, para uma família segura, para um ambiente seguro. Muitas pessoas não gostam de ser questionadas e desistem logo nas primeiras mensagens. Ou nós cancelamos essa adoção, porque, não tendo ali um feedback positivo de que a coisa vai correr bem, a adoção nem sequer é concretizada.

João Ferreira: “Há sempre sonhos”


Olhando agora especificamente para Vizela, qual é a realidade que encontramos atualmente no terreno?

JF: Acho que o paradigma mudou radicalmente. Se olharmos para os 15 anos da criação da associação, o Coração Azul nasce sem um canil municipal em Vizela, sem uma linha de proteção animal clara ou divulgada, e nós tentamos minimizar os problemas, os flagelos que existiam na cidade de Vizela.

A cidade trabalhou com o canil de Guimarães e, portanto, todo o problema era, de certa forma, empurrado para Guimarães. Hoje em dia, o paradigma e o ciclo animal, e quando falo em animal envolve também a questão ambiental, porque é todo um complexo assente nos mesmos princípios ecológicos, mudou bastante. Já temos um canal, houve ampliação, já há uma estrutura e uma equipe e ferramentas para atuar. Acho que há autoridades muito mais preparadas e sensibilizadas para dar resposta. (…) Mas há um caminho a fazer, porque muitos dos animais que chegam até nós, vêm de outros concelhos. Se não tivermos uma atitude de entreajuda intermunicipal, inclusive entre associações, estes problemas quase que chegam à fronteira e passam de um município para o outro. (…) Há, positivamente, um caminho muito bom. Quero acreditar que muita da pressão que nós também causou algum impacto, mas acho que hoje temos também uma estrutura política que olha para esta causa com olhos diferenciados.

Quais são, então, os próximos passos do Coração Azul? Há novos sonhos para os próximos anos?

JF: Há sempre sonhos. Já são ideias de muitos anos. Não sei quando é que isto vai ser possível ou não, mas há sempre o desafio de termos cá em Vizela o primeiro Centro de Interpretação Ambiental. Acho que é um caminho muito engraçado de trabalhar ao nível da educação na sociedade. E depois há aquelas questões técnicas que precisam de outro tipo de estrutura. (…) Existem, às vezes, planos de emergência e planos de emergência animal em situações de catástrofes que é preciso prevenir antes que aconteçam no nosso território. Ou seja, se acontecer alguma coisa deste gênero, ligada à área animal, que respostas é que temos e quem é que atua?

O que significa estes 15 anos de Coração Azul?

PR: Acho que os 15 anos significam uma evolução. Foi a minha primeira experiência e eu cresci muito com a associação, no sentido da responsabilidade, do compromisso e de saber responder na hora certa. É importante saber que não podemos dizer sim a tudo. É importante também dizermos não, no sentido de mantermos o equilíbrio e a estabilidade. Daí também ser importante o nível pessoal, porque transportamos tudo isso para as relações familiares e para o trabalho. Então, para mim, foi um crescimento e uma aprendizagem. Embora goste muito de animais, e foi por isso que me interessei em me juntar, prazer de conseguir fazer mais, mas de fato, toda a aprendizagem que fica é importante. Quando uma coisa acontece, penso: 'O que é que posso fazer?'. Gosto muito de obter respostas às coisas. Então, para mim, nestes 15 anos, para além da aprendizagem e do crescimento, fizemos-nos mais responsáveis ​​e desempenho uma certa personalidade que, certamente, se não tivesse estado ligada a isto, se calhar não teria vivido.

JF: Eu acho que, pegando nas palavras da Patrícia, é um autêntico doutoramento de vida. E quando falo de doutorado, falo mesmo da parte acadêmica de desenvolvimento humano. Nós lidamos com todo o extrato de pessoas e temos de saber lidar com critério e com dor. Quando as pessoas têm dor, normalmente têm emoções muito mais à flor da pele, são mais agressivas. E nós, enquanto jovens, temos de saber que estes adultos, muitas vezes, estão a berrar conhecimento, mas não estão realmente a berrar conhecimento: estão em dor. E nós, quando conseguimos encontrar soluções para que não encontra soluções, só encontramos problemas, conseguimos desbloquear isso, a parte mental. Por isso, acho que sim, acho que tirei, e continuo a tirar, um verdadeiro doutoramento na Coração Azul; não é reconhecido em termos científicos, mas sinto que aprendi muito ao longo destes 15 anos.



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Jantar do 15º Aniversário


Decorreu em Santo Adrião, o jantar de aniversário do 15º aniversário da Coração Azul. Com aproximadamente 20 elementos, a data foi festejada em clima de festa de angariação de fundos para a Comissão de Festas da Sra da Tocha e em articulação também com a Junta de Freguesia de Santo Adrião.



Comentário da presidente da Direção Adriana Almeida:

E se vos disser que cada um deles levou um bocadinho do meu coração
Quinze anos. Quando olho para trás e me lembro do dia em que a Coração Azul nasceu, sinto um nó na garganta e um orgulho imenso. O que começou como uma ponta de esperança, movida por uma vontade gigante de mudar o mundo para aqueles que não tinham voz, transformou-se ao longo destes 15 anos num porto seguro para tantas vidas.
Ser voluntária da Coração Azul é, sem dúvida, a viagem mais bonita e mais dura da minha vida. Nestes 15 anos, passamos por tudo. Houve resgates à chuva e ao sol, cuidados contínuos, visitas veterinárias, ações de sensibilização e noites sem dormir ao lado de transportadoras com gatinhos frágeis, que contavam comigo para os ajudar a sobreviver. Houve lágrimas...Mas houve, acima de tudo, o milagre da transformação.
O meu maior orgulho não está no número de anos que celebramos hoje, mas em cada rabo a abanar que antes estava escondido de medo, entre as pernas . Está em cada ronronar de gratidão, na cura e naquele momento mágico em que um animal, que só conhecia a dor ou o abandono, descobre finalmente o que é o amor verdadeiro ao lado de uma família.
Se hoje cumprimos 15 anos de existência, é porque esta associação é feita de pessoas extraordinárias. Este marco pertence a cada voluntário, a cada família de acolhimento, a cada adotante que abre o coração e a todos os que de alguma forma se atravessam no nosso caminho através de parcerias, donativos e partilhas que nos permitem continuar a lutar. São o vosso Coração Azul que mantém esta missão viva.
Hoje, celebramos 15 anos de resistência, de empatia e de amor incondicional.
Vale a pena... Vale muito a pena!

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15º Aniversário da Coração Azul

Coração Azul assinala 15 anos de dedicação à proteção e bem-estar animal

Associação Juvenil de Apoio aos Animais Coração Azul celebra 15 anos de atividade no próximo dia 26 de setembro

Vizela, setembro de 2026 — A Associação Juvenil de Apoio aos Animais Coração Azul assinala, no próximo dia 26 de setembro de 2026, o seu 15.º aniversário, celebrando uma década e meia de dedicação à proteção animal, ao voluntariado e à sensibilização da comunidade para o bem-estar dos animais.

Fundada em 26 de setembro de 2011, a Coração Azul nasceu da vontade de criar uma resposta de proximidade aos problemas relacionados com o abandono, a proteção e o bem-estar animal, desenvolvendo desde então um percurso marcado pelo envolvimento voluntário e pela mobilização da comunidade.

Ao longo destes 15 anos, a associação tem procurado intervir em diferentes áreas da proteção animal, apoiando animais em situação de vulnerabilidade e promovendo ações de sensibilização, solidariedade e responsabilidade para com os animais.

Mais do que assinalar uma data, este aniversário representa também uma oportunidade para reconhecer todas as pessoas que contribuíram para o percurso da associação: voluntários, famílias de acolhimento, adotantes, parceiros, entidades, doadores e todos aqueles que, através de um gesto ou de uma palavra, ajudaram a Coração Azul a continuar a sua missão.

“Celebrar 15 anos é olhar para trás com orgulho, mas também com a consciência de que ainda há muito por fazer. Cada animal que conseguimos ajudar representa uma história que valeu a pena. Esta caminhada só foi possível graças a uma comunidade que nunca deixou de acreditar na nossa missão.”

A associação pretende que este aniversário seja, por isso, não apenas um momento de celebração, mas também de agradecimento e renovação do compromisso com a causa animal.

São 15 anos de histórias, desafios e conquistas. 15 anos de voluntariado. 15 anos de vidas transformadas. 15 anos em que o azul se tornou sinónimo de uma causa e de uma comunidade.

A Coração Azul deixa um agradecimento público a todos os que fizeram parte desta história e reforça a vontade de continuar a trabalhar em prol dos animais, procurando envolver cada vez mais a comunidade nesta missão.

15 anos depois, o propósito mantém-se:
proteger, cuidar, sensibilizar e transformar vidas.

 
Coração Azul — Associação Juvenil de Apoio aos Animais
26 de setembro de 2011 — 26 de setembro de 2026
15 anos de dedicação à causa animal

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Última adoção foi para a Suíça

  Até ao final de Julho de 2026, foram já 18 as adopções de animais que a Coração Azul realizou. A última teve a particularidade de seguir viagem para a Suíça, num novo procedimento internacional que a associação realizou. O Kiko voou para a Suíça e depois da adaptação necessária, acabou já por se enquadrar ao novo ambiente, à família e à amiga de 4 patinhas também.


O Roger foi também oficialmente adoptado! É a nossa 17ª adopção do ano!


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Nova sessão do CMJ de Vizela


 Coração Azul marca presença no Plenário do Conselho Municipal da Juventude de Vizela

A Associação Juvenil Coração Azul participou, no passado dia 2 de julho, na reunião do Plenário do Conselho Municipal da Juventude de Vizela, realizada na Sala de Reuniões da Loja Interativa do Turismo.

Durante a sessão foram apresentados os pontos de situação do Orçamento Participativo Jovem (OPJ) 2025 e 2026, bem como as primeiras informações relativas ao arranque dos trabalhos para a elaboração do Plano Estratégico para a Juventude 2027–2030.

No período final da reunião, a Coração Azul reforçou a importância de que o Conselho continue a centrar o debate nas verdadeiras necessidades da juventude, promovendo uma visão de futuro para os jovens do concelho. A associação apelou ainda a um reforço do investimento municipal nas associações juvenis, reconhecendo o papel determinante que estas desempenham na participação cívica, no voluntariado, na educação não formal e na dinamização da comunidade.

Acreditamos que uma política de juventude forte constrói-se ouvindo os jovens, valorizando o movimento associativo e criando condições para que as associações possam desenvolver projetos com maior impacto junto da comunidade.

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Goji continua em tratamentos


O Góji continua a espalhar amor. E nós continuamos ao lado dele. 

Cada sessão é mais um passo no seu caminho de recuperação. 


O plano de tratamento tem sido cuidadosamente acompanhado pela equipa veterinária e é ajustado em cada consulta, de acordo com a evolução clínica do Góji. Nesta fase, o objetivo passa por controlar a dor, corrigir a deformidade existente e reeducar a marcha, permitindo-lhe recuperar qualidade de vida e evitar compensações futuras.

Sabemos que o caminho ainda será longo, mas também sabemos que cada pequena conquista representa uma enorme vitória.

Este processo só é possível graças ao trabalho, dedicação e persistência da nossa equipa de voluntários e das responsáveis Cátia e Ângela, que acompanham o Góji em todas as etapas, garantindo que nunca lhe falta carinho, cuidados e acompanhamento.

Ao mesmo tempo, cada tratamento representa um investimento significativo, que a associação assume com a convicção de que todos os animais merecem uma oportunidade de viver sem dor e com dignidade.
É por isso que cada gesto de apoio à nossa missão faz verdadeiramente a diferença. Ao ajudar a Associação Coração Azul, está também a contribuir para que histórias como a do Góji continuem a ser escritas com esperança.

Obrigado a todos os que caminham connosco. Juntos, damos mais força ao Góji para continuar a dar os seus passos.




 

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Votações a decorrer no OPJ2026





O DOGSPOT VIZELA PRECISA DO TEU VOTO!


Já imaginaste Vizela com um espaço moderno, seguro e pensado para os nossos animais?

O DOGSPOT – Parque Canino de Vizela é uma propostas apresentadas ao OPJ 2026 e pode tornar-se realidade… mas agora tudo depende da comunidade juvenil! 

Até 14 de junho, podes ajudar a criar:
  • um espaço seguro para cães
  • uma zona de convívio para famílias e jovens
  • mais organização e bem-estar no Parque Natural
  • uma Vizela mais moderna e amiga dos animais
Votar demora apenas alguns segundos, mas pode deixar uma marca para muitos anos!

VOTA AQUI:
DogSpot Vizela – OPJ 2026


Autores
Mafalda Oliveira
Madalena Martins Ferreira
Mário Filipe Jarmelo Gonçalves
Rodrigo Leite Portas

Proposta
DogSpot Vizela

Âmbito da proposta

Ação Social, Voluntariado, Juventude, Turismo, Urbanismo/Obras, Associativismo, Educação, Desporto, Ambiente, Saúde, Inovação Social

Descrição da proposta

Criação de um parque canino no parque natural de Vizela, na zona ribeirinha, ou noutro local afastado de parques infantis e longe de possíveis aglomerados de pessoas. São também zonas espaçosas e com relevo, que são fatores muito importantes para o projeto.

O DogSpot Vizela será um parque vedado, com atividades caninas variadas. Irá também contar com um bebedouro funcional tanto para animais como para pessoas, um caixote de lixo com depósito de saquinhos para os dejetos dos animais e bancos para as pessoas.

Na entrada poderá encontrar uma placa com todas as informações e regras do parque. A instalação de todos os aparelhos já está incluída no orçamento, bem como a respetiva manutenção.

Destinatários
Donos de cães, famílias, comunidade local e visitantes.

Local/locais de implementação
Zona ribeirinha de Vizela / parque natural ou outro local adequado a definir tecnicamente.

Objetivos
Promover o turismo em Vizela;
Promover o exercício e a saúde canina;
Assegurar um ambiente seguro e controlado;
Fortalecer o vínculo entre o dono e o cão.

Custo global
26.351,83 €


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Workshop de boas práticas animal

A convite da Farmácia Amorim, a Coração Azul marcou presença com vários voluntários no workshop de boas práticas no cuidado de animais de companhia. Nesta sessão orientada pela médica veterinária Geraldine Oliveira, foi possível atualizar informações e acompanhar os produtos relacionados também com a área farmacêutica. 

 
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DogSpot Vizela é hoje apresentado

É hoje à tarde a apresentação do projeto!

Inserido no Orçamento Participativo Jovem 2026, promovido pela Câmara Municipal de Vizela, a Casa da Cultura recebe, pelas 17h30, a apresentação pública das propostas do OPJ 2026!


Se tens entre 12 e 30 anos e vives, estudas ou trabalhas em Vizela, esta é a tua oportunidade para votar um projeto que causará impacto diferenciado na cidade!


Fiquem atentos!




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12º A entregou donativo à Coração Azul

 

“O futuro escreve-se com a energia dos jovens.”

Recebemos na sede representantes do 12° A que promoveram o evento "III Sarau de Natal" decorrido no final do ano passado. A dinâmica da turma do agrupamento de escolas de S. Bento, Vizela (Infias) resultou na entrega de bens alimentares para animais e de um apoio financeiro de 493,06€ à Coração Azul.
Já tivemos oportunidade de referir pessoalmente e voltamos a destacar: os jovens são a base da fundação da associação, são aqueles que tentam quebrar "barreiras" e que juntam energias para atingir objetivos de relevo!
A todos os envolvidos e de forma institucional ao Agrupamento Escolar, o nosso obrigado pela generosidade e carinho que sempre tiveram connosco.
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Formação de Voluntariado Juvenil

Coração Azul promove formação para jovens voluntários focada em liderança e impacto social

A associação Coração Azul vai realizar, no próximo dia 16 de maio de 2026, uma Formação de Voluntariado dirigida a jovens interessados em desenvolver competências na área da intervenção social, proteção animal e cidadania ativa.

A iniciativa terá lugar na Casa das Colectividades de Vizela e integra um Programa em Liderança Jovem e Impacto Social através do Voluntariado Animal e Ambiental, assumindo-se como um momento estruturante na capacitação dos novos voluntários da associação.

Com uma abordagem formativa e inspiradora, a sessão pretende transmitir os pilares fundamentais da Coração Azul, nomeadamente a sua missão, visão e valores, bem como clarificar o papel do voluntário e os procedimentos essenciais no terreno. Para além disso, será feita uma retrospetiva dos 15 anos de história da associação, destacando o impacto gerado na comunidade e o trabalho desenvolvido na proteção e bem-estar animal.

Segundo a organização, esta formação surge com o objetivo de “preparar uma nova geração de voluntários mais consciente, responsável e capacitada, capaz de dar continuidade ao trabalho desenvolvido e de ampliar o impacto social da associação”.

O programa inclui ainda uma reflexão sobre o posicionamento da Coração Azul na sociedade e os caminhos futuros a trilhar, incentivando a participação ativa dos jovens na construção de novas respostas e projetos.

A Coração Azul reforça, assim, o seu compromisso com a educação, a cidadania e a intervenção comunitária, promovendo não só o bem-estar animal, mas também o desenvolvimento pessoal e social dos seus voluntários.

Mais informações através do email:
a.coracao.azul@gmail.com
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Caminhada Solidária do Ginásio Olimpo


Decorreu neste domingo, dia 19 de abril de 2026, uma caminhada solidária do Ginásio Olimpo (Tagilde) com inscrição a reverter para a associação. Nesta manhã de sol, o grupo de 60 pessoas arrancou cedo em direção da zona ribeirinha para fazer um percurso pelos passadiços de vizela e no final uma aula de dança.
A associação agradece a todos a colaboração e a ajuda à causa que defendemos.

 



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Dupla visita à Escola de Idães

 Os primeiros dias da semana foram dedicados à partilha, à sensibilização e à construção de um futuro mais consciente.

A Coração Azul marcou presença na Escola de Idães, em Felgueiras, para dinamizar várias palestras sobre o cuidado e o respeito pelos animais. Sob a coordenação da voluntária Cláudia, vivemos momentos verdadeiramente inspiradores dentro da sala de aula.

“Mais do que falar, sentimos que conseguimos fazer chegar a mensagem. O ambiente em sala facilitou a proximidade, a atenção e a participação dos alunos. Houve curiosidade, perguntas e, acima de tudo, envolvimento.”

Foi especialmente gratificante ver o interesse dos jovens alunos não só pelos temas abordados, mas também pelo voluntariado. Alguns já demonstraram vontade de fazer parte desta missão.
Porque educar é o primeiro passo para mudar. E cada conversa pode fazer a diferença.

14 Abril 2026
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1 Tonelada de ração na campanha

Fechamos mais uma campanha… mas abrimos ainda mais esperança

Graças à dedicação incansável dos nossos voluntários, à generosidade de cada pessoa que contribuiu e à iniciativa promovida pela Animalife, conseguimos um resultado incrível: 1 tonelada de alimentos angariados (964,03kg em rações + alimentos como arroz, snacks...)

Este é muito mais do que um número.

É conforto para quem não tem voz.
É cuidado para quem espera por um lar.
É dignidade para tantos animais que merecem uma segunda oportunidade.
Cada doação fez a diferença. Cada gesto contou.
Agora, este apoio transforma-se em mais qualidade de vida, mais cuidados e mais amor para os nossos patudos!











A todos os que fizeram parte desta missão… o nosso mais sincero obrigado. 

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Resumo do trimestre de 2026


 
O início do ano continua a demonstrar uma boa realidade na área de intervenção da associação: temos mais procura de gatos para adoptar do que gatos disponíveis para adopção. O famoso mês dos gatos voltou a evidenciar essa escassez. Será devido também ao rigoroso inverno? ou finalmente as medidas de sensibilização para chip e esterilização começam a demonstrar resultados no terreno?

Neste trimestre foram para o terreno quase todos os projetos complementares da associação. Realizou-se já uma nova sessão das Patinhas Carênciadas, oferecemos formações externas com especialistas aos nossos voluntários, lançamos a campanha do IRS de 2026, assinalamos o Dia Mundial da Árvore com uma nova plantação de sobreiros em Vizela, bem como assinalamos o icónico dia da "Hora do Planeta". 

A nível interno conseguimos já atualizar várias situações clínicas de animais e assinamos também um dos protocolos institucionais do ano. Fizemos ainda os preparativos da próxima campanha de recolha de alimentos da Animalife, o lançamento da comunicação do Dia das Mentiras e assinalamos a meta de 1 milhão de visualizações neste primeiro trimestre. Feito que vem demonstrar a importância da comunicação e a aposta da associação de chegar a toda a comunidade diáriamente.


Neste final de trimestre chegou a Primavera e com isso chega também a altura do ano mais motivadora para o projeto "Vizela Vale Encantado". Recordamos que o projeto conta atualmente com 388 espécies identificadas.



Adoção nº 5 e 6 de 2026

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Gojii para adoção na associação

O Gojii (Ex-Torii) foi recolhido pela Coração Azul a 26 de Março de 2025 após um pedido de ajuda na freguesia de Infias - Vizela. Após ter sido adoptado, e por motivos de dificuldades habitacionais (mudanças), o Gojii regressou à Coração Azul um ano depois. 
O Gojii tem 1 ano e 2 meses aproximadamente, já está castrado, possui chip e boletim de vacinas em dia. Possui um comportamento de cachorrinho típico, dá-se bem com os demais animais e está sempre pronto para a brincadeira.

 
(foto de 26 Março de 2025 quando foi recolhido)

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41ª iniciativa do Banco Solidário Animal

41ª iniciativa do Banco Solidário Animal - Animalife

A Coração Azul volta a associar-se à Campanha Nacional da Animalife com uma ação na Loja Continente de Vizela nos dias 11 e 12 de Abril.

Precisamos de Si. Eles também. 

Para que esta ação tenha impacto real, precisamos de pessoas com coração grande

Precisamos de voluntários como você.
- Pode ajudar com apenas 2 horas do seu tempo;
- Turnos curtos e flexíveis;
- Um gesto simples que faz toda a diferença;

Cada turno preenchido significa mais alimento, mais cuidado e mais dignidade para animais que dependem de nós todos.

* Junte-se a esta causa
* Envie mensagem para se inscrever ou saber mais
Porque quando cada um dá um pouco… conseguimos mudar muito.
Contamos consigo?

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Nova sinalização em Vizela: Pavões!


ATENÇÃO: Pavões na via pública 


O pavão (Pavo cristatus) está a conquistar o seu espaço no território… e no coração da comunidade. Entre elegância e surpresa, começa a afirmar-se como um verdadeiro símbolo local — mas também como um novo desafio para quem circula nas nossas ruas.
Por isso, surge a nova sinalização de alerta:
não é só um aviso… é um reconhecimento.

Protegemos o que nos distingue.
Valorizamos o que é nosso.
E sim… convém abrandar. Nunca se sabe quando um pavão decide atravessar 


#DiaDasMentiras #PavãoNaEstrada #IdentidadeLocal #SegurançaRodoviária #Vizela

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1 Milhão no 1º trimestre de 2026


 Por trás de cada publicação, de cada partilha e de cada mensagem respondida… existe uma equipa incansável. 

Este 1 milhão de visualizações no 1º trimestre não é apenas um número — é o reflexo de um trabalho diário de bastidores, muitas vezes invisível, mas absolutamente essencial. É o esforço do backoffice da Coração Azul, que todos os dias garante que nada fica por responder, que cada caso é acompanhado, que cada pedido de ajuda encontra eco.
As nossas redes sociais são mais do que comunicação — são, muitas vezes, uma linha de emergência. Um ponto de contacto imediato para situações urgentes, pedidos de ajuda e vidas que precisam de uma resposta rápida.
Obrigado a todos os que estão desse lado… hoje, celebramos esta micro conquista e fazemos o devido reconhecimento especial a quem está deste lado — a fazer acontecer, todos os dias.

Juntos, continuamos a salvar vidas. 

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Campanha de IRS de 2026

Transforme o seu IRS em amor que salva vidas 

Ao consignar 1% do seu IRS à Coração Azul, estará a transformar parte dos seus impostos em apoio direto a animais resgatados de situações vulneráveis e feridos.
Com este gesto simples, está a garantir:
- Abrigo e proteção
- Alimentação
- Tratamentos e acompanhamento veterinário

Uma nova oportunidade de adoção e um futuro mais feliz
A consignação do IRS permite-lhe encaminhar uma parte do imposto que seria para o Estado para uma entidade à sua escolha.

Não recebe menos reembolso, nem paga mais.
Por isso, este ano, escolha a Coração Azul e transforme vidas.
Porque sabemos que o AMOR CURA, permita-nos continuar a fazê-lo! 

Coração Azul – Associação Juvenil de Apoio aos Animais
NIF: 510 017 347

Como fazer:
https://irs.portaldasfinancas.gov.pt
- dadosagregadoirs
- consignacao
- comunicar
- Seleciona a entidade Coração Azul com o NIF 510017347






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